Luta de casal contra casal

Luta de casal contra casal

Luta de casal contra casal

Professor Mariano

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A pica [grossa e dura] de Henrique já entrara na boceta alourada de Carla quando a proprietária da mesma tirara a calcinha para ele num banco traseiro de carro em festinha de tempos de faculdade.

Pica grossa, sem dúvida, mas Carla aguentou firme, mesmo porque outro cilindro, o de Márcio, seu ex-namorado, já explorara o mesmo buraco. O cilindro de Márcio agora andava muito ocupado com a cabeça de sua rola aveludada envolvida pela boca macia da moreníssima Melissa, amiga da loura Carla, um ano mais nova, que um dia [depois de dois pileques] dera para Henrique, com direito a visita ao seu bumbum macio porém durinho, que encantou o cara.

Mas os casais se desfizeram, ou melhor, se refizeram: Carla voltou para Henrique e casou com ele, e Melissa propôs morar junto com André, e este topou.

Todas essas sacanagens André e Henrique se revelaram um ao outro, nas piscininha do ap do primeiro, entre um par de copos de Old Parr. O tempo passara, os casais eram amigos e um tanto liberais. Inicialmente um comia a sua própria, no mesmo ambiente. Depois viram a tolice que era essa frescura quando todos já se tinham comido, e começaram a fazer troca. E agora o uísque subia à cabeça dos dois machos, que de sunga nas cadeiras da piscina trocavam confidências.

Só inicialmente – acostumados que estavam a ficarem todos pelados, e esperando a chegada das fêmeas, em quem evidentemente enfiariam, fizeram as sungas caírem. Deitados lado a lado, com os copos nas mãos, e as armas bem livres, os 16 centímetros de Henrique e os 19 de André, cada um cuidadosamente medido pela esposa do outro. Continuaram a dizer sacanagens um ao outro e a pica do ruivo André ergueu-se, e logo depois a do moreno Henrique. Nada de mais – como swingers estavam acostumados a ver homens de pau duro.

O uísque já subia às cabeças e André empalmou a própria rola e disse que o sonho dele nos tempos de faculdade era enrabar um outro cara – não um gay mas outro cara hetero. Henrique disse como é que ele ia fazer um cara hetero dar para ele?

André respondeu que o cara não teria escolha – eles fariam uma luta erótica, onde o vencedor podia fazer o que quisesse com o vencido. E nos sonhos dele, ele, André, sempre ganhava.

Só nos seus sonhos mesmo – respondeu Henrique a bebericar mais um uísque. André sentiu a insinuação. “O quê? Quer lutar?” E Henrique, já meio tomado, levantou – Tem medo?

André viu o corpo nu do amigo de outra forma – ele era hetero, mas pensou que os deuses da putaria (Eros, Vênus e essa turma toda) estavam dando a ele a oportunidade talvez única de meter noutro cara – já estava imaginando como ia contar vantagem para sua mulher e para a outra. E, melhor ainda, depois de ter vencido o outro.

“Quero” – disse André a se levantar.

Os amigos reforçaram um canto com colchões de ginástica. “E aí? Ainda quer?” “Quero!” – disse Henrique e se jogou sobre o rival. André segurou o tranco para não cair. Como nenhum tinha lutado eroticamente antes, um agarrou a cintura do outro, a tentar desequilibrá-lo.

Henrique pensou que, logicamente, a melhor maneira de vencer um homem numa luta erótica é bater-lhe nos ovos. Mas a rola de André estava mole, e apararia o golpe. Para evitar esse problema, Henrique empalmou a pica do outro e começou a punhetá-la. André teve a mesma ideia e agarrou a do amigo. E logo o cacete de Henrique engrossou, seguido pelo do rival.

Com o caminho livre, os pobres ovos do rivais iriam agora sofrer. Foi o que aconteceu com os de Henrique, atingidos pela mão espalmada do amigo. André respondeu com a mão em quina, como o no caratê, e deu sorte, e Henrique gemeu de dor.

Cada amigo tentava acertar os ovos do outro e proteger os próprios, rebolando como dançarinas do Tchan. Até que André, em desvantagem., empalmou a pica do amigo, puxou-lhe rudemente a pele para trás e começou a punhetá-lo com força, friccionando os dedos na cabeça sensível. Em retaliação, Henrique deu-lhe palmatoadas fortíssimas na bunda, deixando as marcas dos dedos, na esperança que o outro caísse.

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Nisso Henrique se distraiu e André aproveitou e pegou o amigo por trás, abriu-lhe as pernas e preparou a mão. Henrique fechou os olhos – esperava um murro de Anderson Silva. Para sua surpresa veio um tapa nos bagos, firme e doloroso, sem dúvida, mas nada que o deixasse no estaleiro por um mês.

Aí que entendeu – o propósito da luta não era mandar o outro para o hospital – era fazer dele uma mulherzinha. A dor era medida – o suficiente para convencer o outro a desistir, mas também deixando-o inteiro para ser enrabado. Isso lhe deu forças para continuar – ninguém iria enfiar nele – ele é que iria meter no outro. André perguntou se desistia, o outro gritou que não e se desvencilhou e conseguiu dar uma puxada na rola inimiga.

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Tão distraídos os dois machos que nem perceberam a chegada das esposas – com as tanguinhas enfiadas na bunda, como era seu costume antes de uma transa a quatro. A lourinha Carla e a morena Melissa primeiro ficaram espantadas, e depois caíram na gargalhada. Resolveram assistir de camarote ao espetáculo. Se os dois machos perceberam, não se importaram, empenhadíssimos que estavam na luta. As amigas se estenderam nas cadeiras de piscina, uma a passar a mão nas coxas da outra, como estavam acostumadas a fazer as transas a quatro.

Os caras agora gemiam seguidamente mas nenhum arrefecia, e as duas cada uma passava mão na outra cada vez com mais força, cada uma, vendo o empenho dos machos. Até que, quando Henrique pegou André por trás e deu-lhe o tapa na cabeça da rola, Melissa não pode evitar de dar um aperto na xota da mulher do rival. Carla instintivamente respondeu com um tapa no bicão do peito esquerdo da outra. “Porra, caralho! Que é que tu tá fazendo?” – disse Carla. “Ora, cacete! Teu marido tá apertando os ovos do meu, quer que eu fique parada?” “E o teu também!” “Então, cadela, a gente vai ficar parada?!” “Porra nenhuma!” – e se jogou sobre a outra mas Carla rebolou e evitou o golpe.

Naquele deck aconteciam então duas lutas, uma masculina e outra feminina. As duas faziam as provocações típicas de rivalidade entre mulheres. “Vagabunda! Sabe o que eu vou fazer?? Vou pegar o maior vibrador e enfiar no teu rabo, já que tua buceta já tá toda escangalhada de tanto foder!” “Ah é, cadela??” e as duas se atracaram. Os machos viram o que acontecia, e isso só fez a luta dos dois ficar mais forte.

Como forte estava a luta das fêmeas. Carla, mais alta, agarrou a tanga de Melissa e a puxou, procurando enfiá-la com força na racha da morena, que deu o primeiro grito de dor da luta feminina, e aproveitando ser mais baixa, abaixou-se e deu um chupão forte num bico da amiga, que deu o segundo grito.

Um minuto depois cada uma já fora bem sucedida em tirar a tanga da rival. Como as duas começaram de topless, tinham agora completa liberdade de movimentos. Liberdade essa que usaram cada uma a segurar a cintura da outra, e procurar firmá-la. Melissa entendeu que seria muito mais fácil abater a rival se esta estivesse o clitóris intumescido – e enfiou sua mão entre as coxas da loura e principiou a acariciar-lhe a boceta. Carla também enfiou a mão no grelo da outra. Em breve as inimigas sentiam cada os sucos a escorrer pelo buraco inimigo.

Carla se desvencilhou e propôs uma luta que homem não podia fazer – grelo contra grelo. Melissa perguntou como era isso. As duas se sentaram, abriram o máximo possível as pernas e cada uma deveria bater na boceta da outra usando como arma apenas a própria. A loura achou que era fácil mas logo descobriu da pior forma que uma boceta pode ser arma terrível! Os pelos do grelo da morena, ao se chocarem com sua racha, faziam Carla viajar de desconforto e dor. A essa altura as duas já entendiam que, mais que inutilizar a outra, o objetivo era humilhar a rival forçando-a a desistir. Pensando nisso Carla tentava dar a maior força possível aos seus golpes com a boceta, apoiando-se no chão e jogando-se contra a outra, mas a boceta de Melissa continuava firme e forte, apesar dos gemidos que sua dona dava, e continuava sem vestígios de dó.

A loura desanimou mais ao ver que seu marido também se dava mal – André fora bem sucedido em forçar Henrique contra uma parede do bar, virou-o e quase conseguiu enfiar-lhe o pau no rabo ali mesmo, em pé – apenas no último momento, percebendo o perigo, Henrique reuniu forças sabem os deuses da putaria como, e escapou para o lado. Os dois machos agora se seguravam pela cintura, a trocar tapas nos ovos, um depois do outro. Mas os gritos de Henrique eram cada vez mais frequentes, e seus golpes cada vez mais fracos.

Desesperada, sua esposa tentou reverter, pelo menos empatando a luta com a vitória no setor feminino. Agarrou Melissa por trás e tentou empurrar a outra contra a parede, imprensando-lhe os seios. Porém Melissa reagiu e Carla, com a boceta já dolorida, sentou as forças lhe faltarem. Melissa agarrou-a com força e forçou os seios contra os da outra, aproveitando que os seus eram maiores. Carla gemeu de dor e Melissa perguntou se se rendia. Mesmo castigada nos seios e na xota, Carla gritou “Não! Nem a pau!” e tentou atingir a boceta da outra. Melissa admirou a valentia da outra mas não podia deixar barato. Abocanhou os bicos de Carla e os sugou com força, um depois do outro. Carla tentou resistir mas os joelhos fraquejaram. Melissa ajudou-a a cair. Terminara a luta feminina.

Melissa feliz fez o sinal de vitória e sua alegria foi ainda maior quando via que a luta dos machos também chegava ao fim. Henrique caíra de quatro diante do rival, e André perguntou se ele reconhecia a derrota. Henrique, valente como sua esposa, gritou que não, mas não adiantou nada: o outro colocou a mão entre suas pernas e dois ou três golpes secos foram suficientes para Henrique dizer que não aguentava mais.

O casal vencedor Melissa e André se beijou, abraçou e bolinou olhando os dois rivais caídos, gemendo. Falaram um pouco e resolveram que o troféu seria trocado – a vencedora mulher enrabaria o vencido homem, e o vencedor homem meteria a piroca na bundinha da outra mulher.

Melissa escolheu a piroca de plástico mais grossa que tinha, porém a história da enrabação de um casal por outro casal já é outra história.

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