O marido da chefe

O marido da chefe

O MARIDO DA CHEFE

Meu nome é Maria Fernanda. Este é o meu sétimo conto

Moro sozinha na zona oeste de São Paulo, financeiramente independente, trabalho como enfermeira num grande hospital privado, também aqui na zona oeste. Tenho 49 anos, alta, morena, cabelo castanho curto. Sou divorciada, sem filhos.

Admito que sendo alta, coxas grossas, seios fartos e volumosos, além de uma bunda avantajada, involuntariamente, eu chamo a atenção dos homens, pois tenho um biotipo que mexe com a libido masculina.

Já havia algum tempo, eu vinha notando que o comportamento da minha Supervisora Chefe do hospital estava estranho. Meio cabisbaixa, calada e desanimada, visivelmente incomodada com alguma coisa. Somos amigas, em que pese a relação de subordinação profissional.

Resolvi ir falar com a Carla. Perguntei qual era o problema. Ela fechou a porta da sala e disse: você pode guardar um segredo? É claro que posso amiga, respondi. O problema é o seguinte: o meu marido, o Sergio, parece que está atravessando aquela crise da meia idade.

Me pediu para fazer sexo comigo e com outra mulher juntas. Disse que tem essa fantasia e que quer realizá-la. Não sei como sair dessa. Eu não quero uma menina de programa desconhecida dentro do meu apartamento, tenho medo de assalto, chantagem,

DST. Mas ao mesmo tempo eu gostaria de satisfazer esse desejo dele,para dar mais uma prova do meu amor, afinal são quase 30 anos de casamento.

Dei um abraço nela e sem pensar muito disse: Carla, você toparia fazer sexo com o seu marido junto comigo? E, tem mais, eu não cobro nada, afinal somos amigas, brinquei para animá-la.

A Carla deu um pulo. Você faria isso por mim? Claro minha querida, você só precisa concordar e agendar a realização da fantasia do maridão.

Pensei comigo, eu também estaria realizando uma das minhas fantasias, de forma segura e sem custos.

Me pediu alguns dias para pensar e falar com o Sergio e nos despedimos.

Na semana seguinte e chamou e disse: Meu marido topou, aliás bem animado e eu também concordo. Fiquei excitada.

Marcamos para uma sexta-feira, por volta das 21 horas no apartamento deles em Pinheiros, bairro de classe média alta da Capital.

Na sexta, pontualmente no horário combinado, toquei a campainha da Carla.
Era um belo apartamento. Afinal o marido é Gerente de Recursos Humanos de uma empresa multinacional. Ela me recebeu usando um vestido preto, bem justo e curto.

Me apresentou o Sergio. Tinha quase 50 anos, moreno, estatura média, cabelos levemente grisalhos e bem perfumado.

Nos cumprimentamos e ele quase tirou a minha roupa com o olhar. Arregalou os olhos fixados na minha pata de camelo, bem marcada pela minha calça justa e nos meus peitos que insistiam em querer pular para fora da blusa fina.

Conversamos amenidades, tomamos um ótimo vinho tinto e fomos jantar. Estava maravilhoso e regado a muito vinho. O Sergio dava visíveis sinais de impaciência, claramente estava doido para começar a fuder, ao mesmo tempo, aquelas duas mulheres maduras que estavam na sua frente.

Eu e a Carla, coisa de mulher, percebemos a ansiedade do Sergio e sem combinarmos antes, decidimos torturá-lo e ficamos um tempão na mesa de jantar, só jogando conversa fora, para desespero do maridão doido para trepar.

Terminado o longo jantar, fomos para a sala e continuamos no tinto. Com o vinho já fazendo efeito, sentei junto da Carla no sofá e o Sergio sentou numa poltrona na nossa frente.

De repente, a ansiedade dele falou mais alto, abriu o ziper da calça e pôs para fora a rola já meio dura e o saco e começou a bater uma lenta punheta, de olhos fixos em nós no sofá. Essa era a senha. Ficamos nos duas só olhando para ele, que ficava cada vez mais excitado.

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Depois nos abraçamos e começamos a nos beijar, no pescoço, na orelha, na boca, metemos a lingua uma na outra e começamos a nos chupar deliciosamente.

Ela arrancou a minha blusa e o meu sutiã e libertou os meus peitos enormes, tirou o vestido e ficou só de calcinha. O efeito da cena no marido foi imediato, a pica cresceu e ele punhetava agora com mais vigor.

Ela lambia e chupava os meus peitões com sofreguidão e eu retribuía chupando os biquinhos dela. Tirei a calça e fiquei só de calcinha branca, exibindo a minha enorme pata de camelo. O Sergio não aguentou, literalmente arrancou toda a roupa e pelado de pau duro, veio para cima de mim, tirou a minha calcinha, abriu as minhas pernas e meteu a boca na minha buceta, chupava, lambia, passava a lingua no meu grelinho, alucinado.

COMECEI A FAZER A MINHA PARTE E DIZIA: CHUPA ESSA BUCETA SEU TARADO, SEU SAFADO, SEU PERVERTIDO, SEU CACHORRO. VOCÊ QUER ME FUDER NA FRENTE DA SUA MULHER, SEU PUTO. QUER METER ESSA PICA GROSSA NA BUCETA DELA E NA MINHA. QUER SER CHUPADO POR DUAS MULHERES. QUER DUAS LINGUAS QUENTES NA CABEÇA DESSA PICA, FICOU DOIDO PARA METER NA MINHA PATA DE CAMELO, QUER DAR PORRA PARA AS DUAS, SEU TARADO.

Enquanto isso, a Carla batia uma deliciosa siririca naquela maravilhosa buceta peluda. O efeito das minhas palavras foi imediato. O maridão colocou nos duas com as pernas abertas no sofá e ficou chupando a buceta, ora de uma, ora da outra.

A Carla logo entrou no jogo e dizia: VEM AMOR, VEM CHUPAR A MINHA BUCETONA, ENFIA A LINGUA NESSA BUCETA TODA MOLHADA PARA VOCÊ, CHUPA O MEU GRELO GRANDE, ME LAMBE TODA SEU TARADO DO CARALHO, QUAL VOCÊ VAI FUDER PRIMEIRO. EU SOU A PRIMEIRA,QUERO SENTIR ESSE SEU PAU GRANDE E GROSSO TODO NA MINHA BUCETA PELUDA, VOCÊ QUER ME FUDER NA FRENTE DA FERNANDA, QUER QUE ELA VEJA SUA ROLA GROSSA ENTRANDO GOSTOSA NA MINHA BUCETINHA.

Depois ele ficou de pé e puxou as nossas cabeças contra a rola dura e já bem grossa e latejando.

EU QUERO QUE AS DUAS CHUPEM ESSA PICA ATÉ O SACO, ORDENOU.
QUERO AS DUAS LINGUAS NESSA ROLA AGORA. OBEDECEMOS E CHUPAMOS COM GOSTO. ENQUANTO EU LAMBIA AS BOLAS, A CARLA METIA A ROLA QUASE INTEIRA NA BOCA. FICAMOS UM TEMPÃO CHUPANDO AQUELE CARALHO GROSSO. ELE GEMIA, URRAVA DE PRAZER E XINGAVA: ISSO SUAS VADIAS, SUAS PUTAS, VAGABUNDAS DO CARALHO, SAFADAS, ORDINÁRIAS, VOU ARREGAÇAR A BUCETA LARGA DAS DUAS, CACHORRAS.

Só de sacanagem peguei bem firme aquele pau duro e punhetei com gosto, enquanto lambia o saco. Ele quase gozou, então parei.

Meteu primeiro em mim, é claro, era a novidade. Meteu com força e tesão.
Enquanto me fodia, olhava para a mulher e dizia: TÁ GOSTANDO AMOR DE ME VER FUDENDO ESSA BUCETUDA DO CARALHO, TÁ VENDO AMOR COMO É GOSTOSO FUDER UMA VADIA NA SUA FRENTE, BATE UMA SIRIRICA NESSA BUCETONA PARA MIM, ENQUANTO EU FAÇO ESSA PUTA GOZAR NA MINHA PICA. ELE METEU COM TANTO GOSTO QUE ACABEI GOZANDO, ELE AO ME VER GOZANDO QUASE SE ESPORROU TODO. MAS CONSEGUIU SEGURAR.

Saiu de cima de mim e pediu para a mulher dele chupar a minha buceta melada, enquanto metia na buceta dela. Ela obedeceu. Sentei no rosto dela.

Ele ficou maluco com a cena. Fodeu com força a Carla, parecia que nunca tinha comido aquela buceta peluda. Aproveitei para deixá-lo louco de vez.
ISSO MACHO GOSTOSO, METE NESSA BUCETONA, FODE ESSA BISCATE, DÁ PICA, DÁ PICA NESSA XOXOTA MOLHADA, FAZ A VAGABUNDA GOZAR, FAZ A PIRANHA GEMER, QUE PICA GROSSA E GRANDE, VOCÊ QUER DAR PORRA PARA ESSAS DUAS PUTAS SAFADAS, QUER GOZAR NA NOSSA CARA, QUER GOZAR NOS MEUS PEITÕES, QUER DAR UM BANHO DE PORRA, QUER GOZAR NA PATA DE CAMELO.

Ele aumentou o ritmo da metida e a Carla gozou e gemeu com uma louca.
A lingua dela na minha buceta me fez gozar também.

Ele ainda queria meter mais, porém ao sentir a buceta da Carla gozando, não aguentou segurar o tesão.

Tirou o pau da buceta da mulher, pediu que ficássemos deitadas rosto com rosto, bateu um pouco mais de punheta e esporrou num gemido de satisfação.
Esporrou nos meus peitos, na cara das duas mulheres maduras. Matou o seu desejo e realizou a sua tão sonhada fantasia.

Eu e a Carla tomamos banho, me vesti e me despedi daquele casal feliz.

A minha fantasia secreta também estava realizada, graças ao MARIDO DA CHEFE.

MARIA FERNANDA

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