Vestibulando sexual

Vestibulando sexual

VESTIBULANDO SEXUAL

Meu nome é Maria Fernanda. Este é o meu terceiro conto.

Sou divorciada, sem filhos. Tenho 49 anos, sou uma mulher alta, com 1,77 m, tenho seios naturais e volumosos, minha bunda e coxas grossas me tornam aquilo que os brasileiros, na rua, costumam chamar de GOSTOSA.

Moro sozinha num apartamento de dois quartos na zona oeste de São Paulo.Sem vícios maiores, além de beber vinho, adoro ver filmes pornô, sozinha, acompanhado de vinho branco gelado. Sou enfermeira num hospital particular e os meus horários são variados, sujeitos a uma escala pré-estabelecida.

Em outubro do ano passado, numa sexta-feira, eu estava de folga em casa e ia emendar com o final de semana. Coisa rara na minha profissão.

Tocou o celular, era uma velha colega de trabalho, apavorada, que falou:Fernanda eu preciso de um enorme favor. O meu pai sofreu um infarto e está internado em Piracicaba. Eu preciso ir hoje à noite com o meu marido visitá-lo. Ocorre que o Marquinhos tem exame vestibular simulado agendado para domingo. Ele não pode perder esse simulado. Será que você poderia hospedá-lo de hoje à noite até o domingo.
Pensei, lá se foi o meu final de semana prolongado.

Sem outra alternativa, terminei por concordar. Deu para sentir, pelo telefone, o alívio da minha amiga. Marcamos dela deixar o Marquinhos, lá pelas sete horas da noite.

Arrumei o quarto e fiquei esperando. No horário combinado ela e o marido chegaram com o Marquinhos. Um rapaz bonito, entre 18 e 19 anos, quase sem barba, cabelos loiros. Trouxe livros livros e cadernos para estudar.

Depois das recomendações de praxe, partiram para Piracicaba, que aliás, significa ” a corredeira do peixe”, em tupi.

Levei o Marquinhos para o quarto e disse para ficar à vontade e para estudar para o tal Simulado do domingo. Mais tarde, pedi uma pizza, jantamos, assistimos televisão e lá pelas onze horas fomos dormir.

E claro que não deixei de notar os olhos gulosos do garoto no meu corpo, principalmente nos seios e na minha pata de camelo.

No sábado, como de costume, vesti uma bermuda branca, bem justa e curta, que ficava socada na minha buceta e camiseta branca, sem sutiã.

Ao chegar na cozinha para tomar o café, o moleque quase perdeu o folego e arregalou os olhos, fiz de conta que não percebi. Tomou café e foi para o quarto estudar. Ele sempre dava uma jeito de sair do quarto para beber água, esticar as pernas, ma eu sabia que o motivo era outro.

Almoçamos e conversamos um pouco e ele de olho nos meus peitos.

No jantar novamente pedi pizza, ficamos assistindo televisão. Por volta das dez e meia eu disse que ia dormir. Dei um beijo no rosto dele e fui para o quarto.

Depois do primeiro sono, acordei e vi um clarão na sala, olhei no relógio, era meia noite e quinze. Levantei da forma que estava vestida, de calcinha e camiseta, para ver o que era. Na sala estava o Marquinhos vendo um filme porno.

O safado tinha achado a minha coleção de DVDs. O moleque, só de cueca e camiseta, estava de pau duro e se acabando numa punheta vigorosa.
Nem me viu se aproximar.

Tomou um baita e susto e disse: Dona Fernanda, pensei que a senhora estava dormindo. Tentava esconder o pau duro com a camiseta, mas me vendo só de calcinha, mostrando a pata de camelo, não conseguia ficar de pau mole.

Pensei, acho que hoje é minha noite de sorte. Sentei do lado dele e bem compreensiva e tranquilizadora, eu disse: NÃO TEM PROBLEMA MEU QUERIDO, ESSE SERÁ O NOSSO SEGREDINHO. NINGUÉM, MAS NINGUÉM MESMO, PRECISA FICAR SABENDO DELE, SÓ NOS DOIS, CERTO?

ELE SÓ BALANÇOU A CABEÇA CONCORDANDO ALIVIADO. DEI UM ABRAÇO E ENCOSTEI OS MEUS PEITOS NO ROSTO DELE E APERTEI COM MAIS FORÇA. O MOLEQUE QUASE DESMAIOU. FICAMOS ASSIM, UM BOM TEMPO, ENQUANTO ISSO NA TV, UM CARA COM UM CARALHO ENORME FODIA UMA MULHER COM A BUCETA PELUDA.

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COM ELE BEM MAIS CALMO E RESPIRANDO NORMALMENTE, COMECEI UMA CONVERSA. VOCÊ GOSTA DE FILME DE SACANAGEM? GOSTO MUITO RESPONDEU. VOCÊ ASSISTE SEMPRE? SÓ QUANDO ESTOU NO MEU QUARTO, ESCONDIDO DA MINHA MÃE. O QUE VOCÊ FAZ QUANDO ASSISTI ESSES FILMES DE PUTARIA? EU BATO PUNHETA E VOU DORMIR. VOCÊ JÁ DORMIU COM ALGUMA NAMORADA? NÃO, MINHA MÃE NUNCA ME DEIXOU DORMIR FORA DE CASA. ELA DIZ QUE ISSO SÓ QUANDO EU TIVER 17 ANOS COMPLETOS.

SUBIU UM FRIO PELA MINHA ESPINHA. PENSEI, ESSE PUNHETEIRO SAFADO NUNCA METEU NUMA BUCETA!!! É HOJE QUE VOCÊ VAI FUDER PELA PRIMEIRA VEZ. FIQUEI COM A BUCETA TODA MOLHADA.

BEIJEI CARINHOSAMENTE O ROSTO DELE E DEPOIS A BOCA DO TARADINHO, ELE BEIJOU DE VOLTA E JÁ METEU A LINGUA NA MINHA BOCA. FICAMOS NESSA CHUPAÇÃO UM TEMPÃO. A MINHA MÃO LIGEIRA JÁ ESTAVA MASSAGEANDO AQUELA ROLA VIRGEM DE BUCETA.

ELE METEU AS MÃOS NOS PEITOS E APERTAVA FORTE, ALUCINADO. O CARALHO DELE FOI AUMENTANDO NA MINHA MÃO, EU MASSAGEAVA O SACO E AQUELAS BOLAS CHEIAS DE PORRA.

VOCÊ QUER CHUPAR MINHA BUCETA, PERGUNTEI JÁ SABENDO A RESPOSTA. ELE METEU A CARA NO MEIO DAS MINHAS COXAS E COMEÇOU A CHUPAR O MEU GRELO E A BUCETA. AS AULAS DOS DVDs TINHAM DADO RESULTADO, ELE CHUPOU DIREITINHO. EU GEMIA E PEDIA: CHUPA SEU TARADINHO, LAMBE ESSE GRELO GRANDE, CHUPA ESSA PATA DE CAMELO, METE A LINGUA NESSA XOXOTA.

DEPOIS DE ALGUM TEMPO EU DISSE: AGORA EU VOU CHUPAR ESSA PICA GOSTOSA E DURA. ABOCANHEI A PICA E MAMEI COM GOSTO. LAMBIA EM VOLTA DA CABEÇA E DESCIA ATÉ O SACO. ELE GEMIA E PARECIA QUE IA DESFALECER DE TANTO TESÃO. PAREI E COMECEI A BATER UMA DELICIOSA PUNHETA LENTA, MAS SEGURANDO FIRME O CORPO DA ROLA.

AO SENTIR QUE ELE IA GOZAR, PERGUNTEI: VOCÊ QUE GOZAR, QUER ESPORRAR NA MINHA MÃO, QUER?

QUEEEERO, JÁ QUASE SE ESPORRANDO. PUNHETEI COM GOSTO E RÁPIDO, ELE DEU UM GRITO E ESPORROU COMO NUNCA TINHA ESPORRADO NA VIDA.

Descansamos alguns minutos, tomamos água e ficamos assistindo outro DVD porno. Passado algum tempo, achei que já era hora da grande final da noite.
Abracei aquele punheteiro e comecei uma nova rodada de carinhos, bem safados, lingua na orelha, no pescoço, lambida nos mamilos e, claro, mão na pica.

O efeito foi imediato e a resposta também, ele chupava os meus peitos e não tirava a mão da minha buceta molhada, numa deliciosa massagem. Beijos de lingua, massagem na cabeça da pica, sem contar com o SEXO VERBAL: VOCÊ QUER METER NA MINHA BUCETA, QUER ENFIAR ESSA PICA ENORME ATÉ O SACO, QUER ME FUDER COMO UMA PUTA, QUER ME FAZER GEMER E PEDIR PICA NA BUCETINHA QUENTE, QUER ENCHER MINHA PATA DE CAMELO DE PORRA QUENTE?

Dito isto o cenário estava pronto, deitei no sofá, abri as pernas e dei o golpe final: VEM MEU PAUZUDO, VEM METER COM FORÇA NA MINHA BUCETA.

O moleque, claro, estava maluco e com o caralho duro como pedra.
Deitou em cima de mim e meteu com força, alucinado, de uma só vez.
GRITAVA TOMA SUA PUTA, SUA VADIA, VOU ARROMBAR ESSA BUCETA GRANDE, BUCETUDA GOSTOSA, gritava e metia cada vez mais rápido.
É claro que, com quase 17 anos, é fácil gozar pela segunda vez na mesma noite. Não demorou muito ele estremeceu e seu senti dois jatos de porra escaldante. Não aguentei e gozei junto. Afinal, na minha idade, era a primeira vez que a minha buceta recebia porra de uma pica virgem. Experiência inesquecível para qualquer mulher.

Descansamos, tomamos banho e fomos dormir. Afinal, aquele filho da puta tinha simulado na manhã seguinte.

No domingo, dia normal. Tomou café a saiu. Voltou só no fim da tarde.

No começo da noite os pais vieram buscá-lo.

E então, disse a mãe, o meu menino deu muito trabalho?

De jeito nenhum, respondei, enquanto me despedia e ele foi embora com um sorriso maroto no rosto. Não sei o resultado do simulado.

Mas, com certeza, aprovei o VESTIBULANDO SEXUAL.

MARIA FERNANDA

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